segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Siouxsie & The Banshees

(Israel)




A primeira apresentação com a formação original, foi no Punk Festival, em 20 de setembro de 1976, no 100 Club, em Londres. A banda tocou somente covers como Twist And Shout (dos Beatles), Knockin' On Heaven's Door (do Bob Dylan) e e uma versão de cerca de vinte minutos de The Lord’s Prayer, que agradara somente a um dos assistentes de Malcom McLaren, empresário do Sex Pistols, que se encontrava na platéia. Logo após a apresentação, foram convidados a acompanhar o Sex Pistols como banda de abertura em uma turnê pela Inglaterra.

A formação de então era: Susan Ballion (vocal), Steve Havoc (baixo), Sid Vicious (bateria), Marco Pirroni (guitarra).

Meses depois com a saída/expulsão de Glen Mattlock (Baixo - Sex Pistols), Sid Vicious foi efetivado nos Sex Pistols como baixista mesmo sem saber tocar baixo. Marco Pirroni também deixa a banda e passa a tocar em uma série de outros grupos na Inglaterra como a banda de New Romantic, Adam & the Ants.

Desde então, Susan e Steve passaram a liderar a banda em uma troca incrível de guitarristas que pouco ficaram na banda.

Para substituir Sid Vicious e Marco Pirroni, entram Kenny Morris (baterista) e John McKay (guitarrista), o que deixou a formação estável nos 2 primeiros discos da banda até o fim de 1979. É a partir deste momento que Susan Ballion passa a se chamar Siouxsie Sioux, referência a uma tribo indígena Norte-Americana, e Steve Havoc passa a ser chamado de Steve Severin.

Na semana em que a banda procurava um nome, foi exibido na TV o filme Cry of the Banshee, baseado no conto de Edgar Alan Poe, no qual o ator Vincent Price atuava e acharam que The Banshees seria uma ótima idéia pra um nome. Depois pensaram em Susy and the Banshees, e em definitivo, Siouxsie & the Banshees. Banshees são entidades femininas pertecentes à mitologia celtica cuja voz bela e tenebrosa anuncia a proximidade da morte.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010



Dama decaída


Eu bem sei no que vocês se transformaram

Na dura covardia que se mistura com as ruas,

Com os locais bizarros, cemitérios e casas noturnas...

A vida se tornou menos atraente comparada ao teu novo tênis.


Eu entendo o seu estilo vanguardista

Mesmo havendo em você a não presença de Alvarez de Azevedo:

O seu cigarro se mistura com tuas gírias de merda

E o vazio do seu existir é algo que você desconhece.


Mas está tudo certo para nós

Poderíamos ir a uma boate,

Beber um rum

Ou campari com prozac.


eu sei no que você se transformou,

do seu desespero por cocaína

da sua indesição sexual e da sua desorientada bússola da personalidade.



terça-feira, 10 de agosto de 2010

Cena de estupro super forte!!!



IRREVERSIVEL ( Gaspar Noé Gênero)

A pervertida (Tinto Brass)

così fan tutte (tinto brass)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

techno viking

sexta-feira, 30 de julho de 2010

LESBIAM

wado / tarja preta-fafá


Lugar

Um lugar azul

Com mata e casebre e fogueira.

Um lugar perfeito

Iluminado, com rio e cachoeira.

Um lugar feliz

Onde tenha rede e chá de ervas.

Um lugar com noite larga,

Estelas a pigmentar o escuro...

Um lugar calado

Um lugar parado;

Mas que me traga o meu encontro comigo.

(Bruno Muniz)

sexta-feira, 16 de julho de 2010


PAGU

Bruno Muniz


Era muito tarde quando resolvi parar de beber. As ruas estavam vazias e o silêncio da madrugada congelava meus pensamentos.
Existia alguém que acabara de passar pela minha vida, existia uma menina como outra qualquer, existia um desejo temporário como todos os desejos, existia um prólogo que dava rumo a uma crônica outsider, existia passos como outros cambaleantes passos e uma imagem turva sexy, de um rosto sexy aprisionado dentro do céfalo eu.
Quando a noite se torna uma realidade pungente que digere o sorriso, e a sala nada oferece alem de programas chatos na tv, o que dizer aos instintos sentimentalizados por uma cabeça que não só se excita, como também descreve o lado cult de uma personalidade feminina?
O que dizer ao real se o mesmo vive fugindo?
Amor! Não, não existe. Atração visual, perversões, desejos inexplicáveis e sinceros, há, isso sim e com uma força justa e meio piegas, como todo visionário lírico e não pertencente das novas e chatas paixões de uma geração perdida.

quinta-feira, 15 de julho de 2010


O enleio



Passei a te encontrar nos lugares mais incertos

Num filme, em palavras...
Num personagem sem rosto e sem uma presença certa

Um tipo de lembrança constante

E confesso gostar demais de tudo isso.

Adentrar ou estar no seu mundo, me assusta.

Quando seus olhos me enfrentam

Todo o meu corpo te pede
Como o vento frio a me cortar a pele.

Amor e paixão têm seu tempo de vida
Tudo no mundo deixa de ser um dia
Então, se posso ou não te sentir, Sentir seu cheiro...
Porque não o fazer? Como não desejar este transe?

Queria te ganhar de forma inconsciente

Ah, se a base desse corpo, O interior dos seus segredos
Dissessem-me uma vez somente que eu te freqüento. Que eu te freqüento.

quarta-feira, 14 de julho de 2010


Não sigo

Jamais

Serei um de vocês.

Jamais

Tomaremos um papo cabeça num barzinho desses.

Não gosto

De citar nomes como, Jung

Pois não gosto de fama no que escrevo.

Sou louco pelo anonimato

O anônimo me deixa ligado

Por isso evito as setas,

Os exemplos

Ou escrever por indicação.



  • CALL

Dentro de um quarto apagado,
O consolo para a saudade é música dos mutantes.
Escrever, para quem e-x-a-t-a-m-e-n-t-e?


Acho que
Só amo quando gozo
Ou
Quando tenho a pretensão de tentar o gozo.

O que exatamente amo?
Foi tanto amor a emergir no torpe,
Que o mundo inteiro aderiu ao golpe
O meu amor fez-se escravo do tempo
E se acabou sozinho dentro de um quarto.

terça-feira, 13 de julho de 2010


Acho


Sou seu, às vezes

Às vezes sou certo.

Me dou a um só devaneio

E se ouso ser fácil:

É pra você que me atiro no fim da festa.

(B. Muniz)

segunda-feira, 12 de julho de 2010




Terceiro olho



... O café amargo que me transformei


E que sutilmente se uniu a minha vida sem açúcar.



Ando a escutar as mesmas vozes


As músicas de sempre


Fumando cigarro para matar o tempo


E me sentido cada dia mais pelo avesso.



Queria mesmo era me esconder dento de mim


(Encontrar a árvore)


Desativar de vez a reação as coisas


Sentar-me no cais e molhar meus pés com todo o silêncio do lugar.

terça-feira, 29 de junho de 2010




“Smiths’’ por algum motivo


De copo em copo acaba-se a noite

Smiths, o som de um quarto fechado.

Alguém que não vi

O prazer de não ter prazer algum.

Passos na casa apagada,

A água fria do chuveiro

O rosto de uma garota morta

Viva, num canto feio da memória.

Faço sexo com o desejo triste da solidão

Como uma maquina

Uma peça no lugar errado.

Estou ouvindo smiths.

Sim, estou sozinho

Smiths por alguém que não vi

Smiths por algum motivo.

Eu não imagino o que você pensa

Não tenho tanta certeza

Se te beijo ou estupro.

Víbora,

Lamentações,

Sua esclerose múltipla.

smiths sem alguém

Sem tua boca molhada,

Sem cigarro depois do sexo;

smiths e Paulo leminsky:

“na noite enorme

-tudo dorme

Menos teu nome. ’’ (Bruno Muniz)

(assista ao video how soon is now)